Fotos de Belém e pontos turísticos

Dicas de pontos turísticos em Belém

Belém, no estado do Pará, é um dos portos mais movimentados do Brasil A cidade foi fundada em 1616, como a primeira colônia europeia na Amazônia, mas não se tornou parte da nação brasileira até 1775.

Como a porta de entrada para a Amazônia, o porto e a cidade cresceram em tamanho e importância durante a época da borracha no século XIX, e hoje é uma grande cidade com milhões de habitantes e diversos pontos turísticos.

A parte mais nova da cidade de Belém tem edifícios modernos e arranha-céus. A parte colonial mantém o charme de praças arborizadas, igrejas e azulejos azuis tradicionais.

Vale a pena fazer uma visita aos seguintes pontos turísticos:

Ver-O-Peso – À beira-mar, ao lado do cais onde os barcos de passageiros atracam, está o mercado Ver-o-Peso, onde os produtos locais, ervas e talismãs são comercializados. As torres do mercado de peixe estão entre marcos históricos mais conhecidos da cidade; o telhado do mercado de carne é suportado por finos pilares de ferro forjado.

Forte do Castelo – o forte esta em um edifício construído no século 17. Originalmente de madeira, que mais tarde foi reconstruído de barro batido e cascalho; as paredes de pedra maciça datam da reconstrução do forte em 1850.

Feira do Açaí – perto do Forte se encontra a Feira do Açaí, um mercado abastecido por barco com os frutos da palmeira açaí, uma árvore local comum, que são utilizados para fazer gelados e sucos de fruta.

Cidade Velha – a Cidade Velha oferece um vislumbre do passado com uma variedade de arquitetura colonial.

Catedral – um pouco mais ao sul do Colégio dos Jesuítas esta a Catedral de Belém, a pedra fundamental foi estabelecida em 1748 por iniciativa de João V de Portugal; o edifício foi concluído em 1771. As torres neoclássicas foram desenhadas por Antonio Giuseppe Landi, um arquiteto nascido em Bolonha em 1708 que se estabeleceu em Belém em 1753.

Igreja de São João Batista – a edificação é uma obra prima de Antonio Giuseppe Landi construída entre 1772 e 1777. A fachada é uma jóia da arquitetura brasileira, mostra características que combinam bem com o design neo-clássico Rococó.

Ladeira do Castelo – a Ladeira do Castelo, que liga o forte com a cidade velha, é a mais antiga rua da cidade, repleta de edifícios com painéis de azulejos portugueses e igrejas magníficas. Muitos dos edifícios datam de meados do século 18, quando Belém atraiu artistas de muitos países europeus, que trouxeram o estilo neo-clássico para o Brasil.

Colégio dos Jesuítas de Santo Alexandre – o melhor exemplo do barroco colonial é o grande complexo de edifícios a sul do forte, que datam do final do século 17 e incluem o Colégio Santo Alexandre e da igreja de São Francisco Xavier. A igreja com suas capelas laterais é um exemplo típico de uma igreja jesuíta. A capela-mor e as capelas laterais estão decorados com bela escultura. Os púlpitos suntuosamente decoradas, é atribuída ao Pai austríaco Johannes Xaver Traer, um pintor e escultor do Tirol, que trabalhou no Colégio a partir de 1723. Ao lado do Colégio está o Palácio do Arcebispo.

Convento Carmelita – na Praça do Carmo, ao sul da Catedral e perto do Rio Guamá, esta a igreja de Nossa Senhora do Carmo, construída em 1616 e reconstruída em 1776, por Landi. Ao lado dela esta a Capela da Ordem Terceira do Carmo, que contém uma grande coleção de arte sacra.

Igreja de Nossa Senhora do Rosário – a igreja de Nossa Senhora do Rosário dos Pretos também foi desenhada por Landi, e construída em 1820. A igreja original foi construído em 1682 para abrigar uma imagem da Virgem encontrada por um caçador na floresta perto de Belém – a figura da Virgem de Nazaré, que é usada na Procissão do Círio de Nazaré, a festa religiosa mais importante em toda a região Norte do Brasil.

Museu Emílio Goeldi – o Museu Paraense Emílio Goeldi tem exposições de material arqueológico e etnológico, coleções botânicas e zoológicas, uma biblioteca especializada e um parque zoológico e botânico da floresta primitiva com peixes de água doce nativos, anfíbios, mamíferos e pássaros.

Nossa Senhora das Mercês – a igreja do convento de Nossa Senhora das Mercês (monumento nacional protegido), foi iniciada em 1640 e concluída em 1748.

Basílica de Nazaré – a Basílica de Nossa Senhora de Nazaré, que é inspirado na igreja de San Paolo fuori le Mura, em Roma, é revestida com ouro e mármore de Carrara e tem belíssimos vitrais.

Círio de Nazaré

Círio Memorial – um memorial que comemora o Círio de Nazaré está na cripta da basílica, na Praça Justo Chermont.

Palácio Lauro Sodré – o Palácio do Governador é o maior edifício secular do período colonial, desenvolvido por Landi. Renomeado o Palácio Lauro Sodré, agora é a sede do governo do estado.

Teatro da Paz – o Teatro da Paz construído em 1874, durante o boom da borracha na região amazônica, pode acomodar um público de 1100 pessoas. A cortina, com uma alegoria da República, veio de Paris.

Igreja Sant’Ana – é uma das poucas igrejas de cúpula do período colonial no Brasil. Landi também projetou a fachada neo-clássica e do tabernáculo na capela-mor.

Bosque Rodrigues Alves – é um dos mais antigos jardins botânicos do Brasil, com um mini-zoológico e um gabinete de tartaruga.

Palácio Antônio Lemos – dois edifícios importantes são o Palácio Antônio Lemos (antiga Prefeitura) e o Palacete Bolonha, reconhecível por suas torres pontiagudas.

Mercado São Brás – o Mercado Público de São Brás (1616) é um dos mais antigos edifícios coloniais em Belém. Foi restaurado e agora abriga um centro cultural e um restaurante no terraço.

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